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Silvio Guindane

Do drama à comédia, na direção ou na atuação, a versatilidade é sua marca.

Silvio Guindane

Crédito: Fotógrafo

Silvio Guindane é um artista completo com trabalhos no cinema, no teatro e na televisão como diretor, dramaturgo e ator. E ainda tem muito samba no pé.


Em 2007, escreveu sua primeira peça, Após a Chuva, e depois Quanto Tempo da Vida Eu Levo para Ser Feliz (2011). Foi ator, produtor e roteirista da versão teatral do clássico do cinema Perfume de Mulher e escreveu e dirigiu a peça Ele Ainda Está Aqui (2018).


Em televisão, esteve em produções da Rede Globo como O Clone, América e Orgulho e Paixão. Atuou ainda na Record TV em Balacobaco (pela qual foi indicado ao Prêmio Contigo de Melhor Ator Coadjuvante). Guindane tem inúmeros trabalhos em canais por assinatura e no streaming – Futura, Multishow, Fox e Netflix, entre outros. Entre eles, séries como 3%, Bom Dia, Verônica, Acerto de Contas, 1 Contra Todos, Os Buchas, Segunda Chamada, A Divisão e Impuros. Em 2020, participou de Falas Negras, especial da Rede Globo levado ao ar no Dia da Consciência Negra.


Dirigiu temporadas de séries cômicas como Bar do Gogó (2021-2023), Vai que Cola (2020-2026), na qual também atua, Tô de Graça (2025-2026) e Clube Spelunca, disponível no HBO.


Guindane estreou no cinema aos 13 anos em Como Nascem os Anjos, conquistando um Candango no Festival de Cinema de Brasília e um Kikito no Festival de Gramado. Ao longo de sua carreira, foram muitos os filmes: Em Nome da Lei, Sonhos Roubados, O Crime da Gávea, Bróder, Como É Cruel Viver Assim, Mare Nostrum e Aumenta que É Rock’n’Roll.


Como diretor, assina a cinebiografia Mussum, o Filmis, que tem Aílton Graça no papel do inesquecível artista. O longa – inspirado no livro Mussum Forévis – Samba, Mé e Trapalhões, de Juliano Barreto – foi premiado no Festival de Cinema de Gramado em sete categorias, incluindo Melhor Filme e o Kikito de Melhor Ator para Aílton, além de conquistar o Troféu Grande Otelo – Grande Prêmio do Cinema Brasileiro de Melhor Primeira Direção.


Silvio Guindane dirigiu também os longas Deixa a Vida Me Levar, cinebiografia sobre Zeca Pagodinho inspirada no livro Zeca: Deixa o Samba Me Levar, de Jane Barboza e Leonardo Bruno, e Crisálida, inspirado no HQ homônimo de Vinicius Melo, ambos ainda inéditos.

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