
Débora Falabella
Mocinha ou vilã, oprimida ou militante, ela é sempre um sucesso.

Crédito: Fotógrafo
Nascida em Belo Horizonte (MG), a atriz, diretora e produtora Débora Falabella começou sua carreira ainda adolescente no teatro amador e pouco depois no teatro infantil. É cofundadora do Grupo 3 de Teatro, ao lado de Yara de Novaes e Gabriel Fontes, que já realizou diversos espetáculos, entre eles Contrações (Prêmio APCA de Melhor Atriz), O Amor e Outros Estranhos Rumores e Love, Love, Love.
Seus trabalhos no teatro incluem ainda Noites Brancas, Mantenha Fora do Alcance do Bebê, Nesse Mundo Louco, Nessa Noite Brilhante, entre outros títulos. Dividiu o palco com sua irmã Cynthia Falabella em A Serpente, de Nelson Rodrigues, e também com ela estreou na direção em O Rei e a Coroa Enfeitiçada, escrita por seu pai, Rogério Falabella.
Além do curta-metragem Françoise, no cinema a atriz está nos longas O Beijo no Asfalto, O Filho Eterno, Meu País, Primo Basílio, A Dona da História, Lisbela e o Prisioneiro, 2 Perdidos Numa Noite Suja (Candango de Melhor Atriz no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro), Depois a Louca Sou Eu (indicada ao Prêmio Grande Otelo de Melhor Atriz de Filme) e é a protagonista de Bem-vinda, Violeta! (indicada ao Prêmio Grande Otelo de Melhor Atriz de Filme), inspirado no livro Cordilheira, de Daniel Galera.
Débora Falabella tem uma extensa carreira na televisão. Fez novelas como Um Anjo Caiu do Céu, Sinhá Moça, O Clone, Senhora do Destino, Um Só Coração, Duas Caras e Avenida Brasil. Teve grande destaque em A Força do Querer, da Rede Globo, interpretando a arquiteta Irene, vilã da trama de Glória Perez. Em 2023, a voltou à telinha em Terra e Paixão, de Walcyr Carrasco, interpretando Lucinda, uma mulher vítima de violência doméstica e mãe de um filho que sofre bullying por se albino.
A atriz participou também de séries, seriados e minisséries: Nada Será como Antes, JK, Dupla Identidade, A Mulher Invisível, Se Eu Fechar os Olhos Agora (baseada no livro de Edney Silvestre e indicada ao Emmy Awards 2019 de Melhor Minissérie), as primeira e segunda temporadas de Aruanas e Fim (baseada no livro de Fernanda Torres).
Em 2024, Débora estreou seu primeiro solo no teatro com Prima Facie – peça montada em países como Inglaterra, Alemanha, Estados Unidos e Nova Zelândia – , pelo qual recebeu os prêmios Shell de Melhor Atriz, APCA de Melhor Atriz de Teatro e Arcanjo de Melhor Solo. Desde então, o espetáculo tem viajado pelo país com grande sucesso de crítica e público.
Além das atuações no palco, Débora tem feito diversos trabalhos no audiovisual e no cinema: está na comédia romântica A Fábrica dos Sonhos, com direção de Guel Arraes e Patrícia Pedrosa, telefilme exibido em 2025 como parte das comemorações dos 60 anos da Rede Globo; também nos longas Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa (2025), baseado nas histórias em quadrinho de Maurício de Sousa – e já gravou a sequência do filme; Quinze Dias, baseado no livro homônimo de Vitor Martins, que entrou em cartaz em junho 2026; Pele de Rinoceronte, com estreia no Festival de Gramado 2026, e Cacilda Becker em Cena Aberta, com lançamento previsto para breve.
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